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Guia Completo De Funcionamento Interno Dos Detectores De Fumaça: Qual é o Melhor?

Guia Completo De Funcionamento Interno Dos Detectores De Fumaça - FOTO 1
Guia Completo De Funcionamento Interno Dos Detectores De Fumaça - FOTO 1

Princípios Básicos dos Detectores de Fumaça

Os detectores ópticos de fumaça, também conhecidos como detectores fotoelétricos, são amplamente utilizados no Brasil e operam com base na leitura de luz infravermelha (IR). A estrutura básica desses detectores inclui uma base de montagem, um circuito eletrônico e uma câmara escura onde estão localizados o emissor e o receptor de luz IR.

 

 

 

 

 

Receptor e emissor de luz infravermelha no detector de fumaça
Figura 1 – Receptor e Emissor de Luz Infravermelha

 

 

 

 

 

O emissor de IR não está direcionado diretamente para o receptor, de modo que, em condições normais, não há leitura de luz. Ambos ficam confinados em uma câmara plástica escura que impede a entrada de impurezas densas.

 

 

 

 

 

Sensores sem a câmara plástica
Figura 2 – Posição dos Sensores sem a Câmara Plástica
Sensores com a câmara plástica
Figura 3 – Posição dos Sensores com a Câmara Plástica

 

 

 

 

 

Processo de Detecção de Fumaça

Quando a fumaça entra na câmara do detector, suas partículas refletem a luz infravermelha em várias direções. O receptor capta essa luz refletida, convertendo-a em um sinal eletrônico enviado para a central de alarme de incêndio.

A fumaça detectada pode ter diversas origens, como aerossóis, fumaça de cigarro, vapor de cigarro eletrônico e outras impurezas. Ao ser detectada, a central indica com precisão o local do alarme e aciona os dispositivos de alerta.

Falsos Alarmes e Suas Causas

Um dos problemas mais comuns nos sistemas de detecção de incêndio é o alarme falso, causado principalmente por partículas que refletem a luz infravermelha.

  • Aerossóis: Bom Ar, SBP, desodorantes e similares.
  • Fumaça de cigarro: Cigarro comum, vaporizadores e narguilé.
  • Outras impurezas: Poeira ou partículas suspensas no ar.

Mesmo sendo um alarme falso, o sistema interpreta o evento como um alarme real, pois o detector está funcionando conforme seu projeto.

Orientações para os Usuários

  • Evitar o uso de aerossóis próximo aos detectores.
  • Não fumar em áreas monitoradas.
  • Manter o ambiente limpo e livre de poeira.

Tecnologia e Normas de Segurança

Os detectores de fumaça Engfox são compatíveis com centrais endereçáveis e atendem às normas ISO 7240-5 e às instruções técnicas do Corpo de Bombeiros, garantindo alta confiabilidade e segurança.

Principais Componentes do Detector

  • Emissor de Luz IR: Emite a luz infravermelha.
  • Receptor de Luz IR: Capta a luz refletida pela fumaça.
  • Câmara Escura: Ambiente controlado para detecção.
  • Circuito Eletrônico: Processa e envia o sinal à central.
  • Base de Montagem: Facilita instalação e manutenção.

Manutenção e Inspeção

  • Inspeção visual: Verificar integridade e obstruções.
  • Teste funcional: Utilizar simuladores de fumaça.
  • Limpeza: Remover poeira e resíduos.
  • Substituição: Trocar componentes danificados.

Compreender o funcionamento dos detectores e manter a manutenção adequada é essencial para garantir a segurança da edificação.

Thiago Rocha
Engenheiro Responsável – Engfox

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